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O MVP que escala não é o que ficou pronto mais rápido. É o que você não precisa refazer. O que cortar, o que manter, e por que a fase 2 vira extensão.
MVP que escala é a fase 1 de um produto, não um protótipo que se joga fora. A diferença entre escalar e virar lixo não está na stack nem no tamanho do código. Está em duas decisões de escopo: o que você corta (feature que ninguém vai usar, escala que não existe, polish) e o que você mantém (o domínio, as divisões entre capacidades, a identidade).
A intuição do founder com medo de retrabalho erra a dimensão: corta a separação, que é barata de manter e cara de refazer, pra segurar a feature, que é cara de fazer e raramente usada. O MVP que escala faz o inverso. Corta feature sem dó, mantém a separação sempre, e a fase 2 vira extensão do que já existe, não recomeço.
Os posts marcados cobrem o tópico em dois andares. O de produto: o que cortar e o que manter antes de o código existir. E o de código: como organizar o repositório pra um agente de IA continuar produtivo seis meses depois. Os dois respondem à mesma pergunta do founder, que é entregar rápido sem se condenar à reescrita.
O ângulo Nextside é o Sprint: escopo fechado, time sênior, um MVP funcional em semanas que já nasce com as divisões certas pra crescer por fases. Rápido não é o oposto de bem-feito. É o oposto de escopo cego.
O MVP que vira lixo não foi feito rápido demais. Juntou tudo pra ganhar tempo e manteve a feature que ninguém usa. O que cortar e o que manter.
ler →Num MVP feito com IA, o que decide se ele escala ou vira lixo não é a stack. É se o coding agent ainda navega seu repositório seis meses depois.
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