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Entrega técnica que sai com a marca da agência, não com a nossa. O fornecedor fica invisível, a agência fica com o cliente, a margem e a relação.
White-label é o modelo em que a agência vende a ferramenta com a própria marca e o parceiro técnico fica invisível. O cliente final nunca sabe quem escreveu o código. A agência mantém a relação, a margem e o crédito; o parceiro entrega e some do radar do cliente, no bom sentido.
Pra agência sem time de dev, white-label é a diferença entre recusar um projeto e entregá-lo sem virar uma empresa de tecnologia. Não é terceirização anônima e arriscada. É escopo fechado, acordo de confidencialidade e uma regra clara de quem fala com o cliente final.
Os posts marcados mostram os dois lados do white-label pra agência. Quando o cliente pede a ferramenta e o time travou, e como precificar a entrega pra revender com margem. O fio comum é proteger a relação com o cliente final enquanto a agência amplia o que entrega, sem montar time nem assumir o risco técnico sozinha.
O ângulo Nextside é ser o time invisível: a gente entrega na sua marca, com faixa fechada de escopo e preço, e você fala com o cliente. O Discovery é a porta de entrada da parceria.
A margem de revender uma ferramenta não vem de achar o dev mais barato. Vem de uma entrega previsível que não volta com bug na frente do seu cliente.
ler →A demanda chegou, é dinheiro novo, e seu time travou. Por que software house sai caro, time interno sai mais caro ainda, e qual é a terceira saída.
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